Um amor que não pode ser...
O que mais dói neste Amor
Que não é possível
É não saber se o que dói em mim
É o mesmo e se dói em você
Amor solitário
Que não pode ser...
Vive de poemas
De versos encharcados
De segredos camuflados
De Rios caudalosos
Enchentes na madrugada
O Amor que não pode ser
Holograma da realidade
É intenso, é dinâmico
Pois ao contrário
Do esquecimento
Só aumenta... só aumenta...
É como o fogo
Que incendeia inflamável
Os pensamentos aflitos
Que vagueiam perdidos
Pelo infinito do Ser
Ceiça Esch
Maio 26